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A equipe Gadget Racing Team, formada por alunos do SESI de Goiana, localizado no Grande Recife, vão representar Pernambuco na etapa nacional do F1 In Schools, campeonato mundial de empreendedorismo e tecnologia, que será realizada entre os dias 15 e 17 de março, no Rio de Janeiro. Na competição, os jovens desenvolverão uma empresa no modelo de uma escuderia, assim como projetar, modelar, construir e testar um protótipo de Fórmula 1. A equipe foi a única selecionada do Estado.

Os alunos do Ensino Médio, Rodolfo Prazin, Walmir Melo, Glauciano Rabelo, Luis Fellipe de Souza, José Guilherme Torres e Ryan Morais compõem o Gadget Racing Team, que já é treinada pelo Departamento Regional do SESI. Comandados pelo professor de física e matemática Jonas Brito, os estudantes recebem auxílio e instruções. “Eles estão elaborando sozinhos o plano de negócios, o projeto e a construção do carro de Fórmula 1 em miniatura. Também estão em busca de patrocinadores de forma autônoma. A equipe é bastante unida e está preparada para lidar com pressão”, afirmou o docente que acumula experiência em robótica educacional e torneios.

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Para o superintendente do SESI Nilo Simões, esta é uma oportunidade para que os alunos desenvolvam novas aptidões fora do ambiente de sala de aula. “Além de terem contato com técnicas de empreendedorismo e tecnologia de ponta, eles desenvolverão raciocínio lógico e capacidade de inovação que só irão agregar na vida pessoal e profissional. Essa competição vai ao encontro da filosofia do SESI de formar cidadãos proponentes de soluções”, comentou. “As escolas do SESI atreladas ao Sistema Indústria têm a preocupação de promover a metodologia STEAM, que une Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática. O foco do evento é esse e tem tudo a ver com nossa missão institucional”, acrescentou o Gerente de Educação do SESI Michael Groarke.

As concorrentes terão que desenvolver habilidades em ciências exatas e design, utilizando recursos tecnológicos, como impressoras 3D e softwares de gerenciamentos, finanças, marketing e mídias. Outra atividade será a criação de uma ação benéfica para a comunidade. “Vamos realizar uma ação social que funcionará como uma espécie de oficina de robótica na São Mateus Colégio & Cursos, em Paulista, além de doar alimentos”, declarou um dos componentes da Gadget Racing Team Rodolfo Prazin.

Durante a disputa, as equipes apresentarão o portfólio e disputarão corridas de velocidade com os carros construídos em uma pista de 20 metros. No geral, 18 grupos participarão do campeonato, e após a avaliação de 15 jurados, os que obtiverem melhor rendimento, passarão para a etapa mundial, em novembro, realizada em Singapura, com estudantes de 40 países. Os campeões vão participar de estágios na equipe da Fórmula 1.

Com informações da assessoria

 

Um smartphone cuja tela pode ser dobrada ao meio e guardada no bolso, como um livro: essa é a visão da Samsung para o futuro dos celulares. Nesta quarta-feira (20), em São Francisco (EUA), a empresa pôs fim a anos de rumores e mostrou seu primeiro dispositivo de tela dobrável, o Galaxy Fold. Com previsão de chegar às lojas dos EUA em 26 de abril por US$ 1.980 (o equivalente a cerca de R$ 7,4 mil), a novidade foi a estrela da conferência realizada pela sul-coreana, que também marcou a décima geração da linha Galaxy e o lançamento de outros quatro celulares, com preços entre US$ 749 e US$ 999.

Fechado, o Galaxy Fold tem tela de 4,6 polegadas (quase o tamanho do iPhone 6); aberto, pode chegar a 7,3 polegadas (semelhante à tela do iPad mini). É algo útil para assistir a vídeos e operar apps simultaneamente, aumentando a produtividade do usuário - em São Francisco, foi possível ver o aparelho rodando YouTube, Google e WhatsApp ao mesmo tempo. "Não é só um produto que redefine a categoria de smartphones. Desafia esse conceito", disse Justin Denison, vice-presidente de marketing da Samsung.

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O Galaxy Fold não é o primeiro smartphone de tela dobrável - o título é do FlexPai, da Royole, lançado no fim de 2018 e disponível só na China. O Fold, porém, será o pioneiro em escala global: já há lançamento agendado nos EUA e na Europa - não há previsão para o Brasil. Além da tela, o aparelho traz outras especificações robustas, como duas baterias internas e seis lentes de câmeras.

Para especialistas, o aparelho pode abrir uma nova fase para a indústria, após a primeira queda nas vendas de smartphones acontecer em 2018, segundo a consultoria IDC. "A tela dobrável é uma tecnologia que a indústria inteira buscava, mas ainda não havia conseguido viabilizar", diz Renato Franzin, professor da USP. "Se a Samsung entregar o que prometeu, a tela permitirá novas formas de uso."

Já Eduardo Pellanda, professor da PUC-RS, diz que o aparelho ainda é um primeiro passo. "O Fold ainda é muito grosso e falta padrão para software e sistemas operacionais. Acredito que a interface será inconsistente por um tempo", disse. Em São Francisco, o Fold não estava disponível para testes após o fim do evento de lançamento - o que é praxe na indústria.

Para (quase) todos. Além do Galaxy Fold, a Samsung também apresentou quatro outros smartphones da família Galaxy S10. O principal destaque ficou para o S10 5G, a ser lançado em mercados selecionados com a tecnologia de conexão móvel de 5.ª geração, dez vezes mais rápida que o atual 4G. Os outros aparelhos são: S10, S10+ (versão topo de linha) e S10e (mais acessível). Os produtos sairão, respectivamente, por US$ 899, US$ 999 e US$ 749 nos EUA e já têm lançamento confirmado para o mercado brasileiro.

Com cinco smartphones anunciados em um dia, a Samsung repete a estratégia da rival Apple, que há dois anos traz três versões do iPhone (veja comparação ao lado). Além de brigar com a americana, a sul-coreana também tenta se prevenir de outra força do mercado, a chinesa Huawei, que hoje ameaça sua liderança global. Há a expectativa de que a Huawei lance um smartphone de tela dobrável neste fim de semana, durante o evento Mobile World Congress (MWC), em Barcelona. Será interessante ver quem consegue não só dobrar uma tela, mas também o bolso dos consumidores. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A fabricante chinesa Xiaomi, conhecida pelos seus aparelhos com bom custo-benefício, anunciou que passará a vender dois smartphones no varejo brasileiro. Distribuídos oficialmente pela DL, os modelos são certificados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e Redmi Note 6 Pro e Pocophone F1 e possuem garantia válida em todo o território nacional.

O modelo Redmi Note 6 Pro possui tela infinita de 6,26 polegadas com tecnologia Corning Gorilla Glass, que garante a resistência do vidro contra quedas e arranhões. O armazenamento interno é de 64 GB, com possibilidade de expansão para até 256 GB. Já a memória RAM é de 4 GB, com processador Snapdragon 636.

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Com duas câmeras frontais, uma de 20 megapixels e uma de 2 megapixels, o aparelho consegue garantir o modo retrato na hora da selfie. Na traseira do smartphone, a Xiaomi também colocou dois sensores - um de 12 megapixels e outro de 5 megapixels com autofoco e flash de duplo LED.

Já o modelo Pocophone F1 possui processador Snapdragon 845, memória RAM de 6 GB e armazenamento de 128 GB interno. Tudo isso aliado à tecnologia LiquidCool, o que garante alta capacidade de processamento, sem esquentar o aparelho e consumir de maneira excessiva a bateria.

Dentre as demais configurações, o Pocophone F1 conta com câmera frontal de 20 megapixels e câmera traseira dupla com 12 e 5 megapixels, capaz de gravar vídeos em 4K, e bateria de 4000 mAh. Há ainda a função de exclusiva de reconhecimento facial infravermelho, que desbloqueia o smartphone até mesmo em ambientes escuros.

Os aparelhos serão vendidos pela rede Ricardo Eletro, da Máquina de Vendas. O preço dos modelos está sendo debatido com a varejista e por isso não foi anunciado um valor oficial. A Xiaomi já chegou a vender seus produtos no Brasil antes, em 2015, quando lançou o Redmi 2 por R$ 500. No ano seguinte, a fabricante diminuiu sua presença no mercado nacional.

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Assim como em 2017 a Apple comemorou o décimo aniversário do iPhone, 2019 marca os 10 anos desde o primeiro smartphone Samsung Galaxy foi lançado. Para comemorar a primeira década da sua linha mais popular, a companhia prepara um grande anúncio esta semana. A empresa vai mostrar não apenas o Galaxy S10, mas também o seu primeiro telefone dobrável.

A Samsung ainda está para fornecer detalhes oficiais sobre os aparelhos, ou até mesmo anunciar quando eles chegarão às lojas de todo mundo, mas a empresa pretende revelar essas informações em evento marcado para esta quarta-feira (20), que será realizado em San Francisco, nos EUA, e terá transmissão ao vivo no site da empresa.

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Três variantes de tamanhos diferentes do Galaxy S10 provavelmente serão lançadas. O Galaxy S10 padrão será complementado por um Galaxy S10 Lite mais barato e menor, bem como um Galaxy S10 + maior e mais caro.

Rumores dão conta que a versão normal do Galaxy S10 contará com uma tela de 6,1 polegadas, enquanto o Galaxy S10 Lite terá 5,8 polegadas e o Galaxy S10 + deverá ter um display de 6,4 polegadas.

Um dos maiores desafios que a Samsung enfrenta para esta edição de aniversário de seu telefone principal é como evitar a cópia de um dos recursos mais controversos do iPhone - o entalhe frontal no display, também conhecido como notch.

A Apple apresentou pela primeira vez o design de entalhe na parte superior da tela no iPhone X em 2017, para acomodar tecnologias voltadas para câmeras e sensores, em um dispositivo de tela inteira. A Samsung aproveitou a oportunidade para zombar do design não convencional em uma série de anúncios, enquanto outros fabricantes de smartphones decidiram seguir o exemplo da Apple.

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Pesquisadores da empresa de segurança Zimperium fizeram um alerta preocupante sobre as populares frotas de patinetes elétricas que prometem desafogar o trânsito de grandes centros urbanos. É que o popular modelo M365, da fabricante chinesa Xiaomi, tem uma falha que pode permitir que um hacker consiga comandar o equipamento remotamente, controlando comandos essenciais como aceleração e frenagem.

O diretor de pesquisa de software da Zimperium, Rani Idan, diz que descobriu e conseguiu explorar a falha horas depois de avaliar a segurança do modelo M365. O problema está no módulo Bluetooth que permite aos usuários se comunicarem com sua scooter por meio de um aplicativo de smartphone.

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Idan rapidamente descobriu que ele poderia se conectar à scooter via Bluetooth sem ser solicitado a digitar uma senha ou autenticar o processo. A partir daí, o pesquisador conseguiu instalar um firmware na patinete sem que o sistema verificasse se esse novo software era uma atualização oficial e confiável da Xiaomi.

Isso significa que um invasor pode facilmente colocar um malware em uma scooter, dando a si mesmo controle total sobre o equipamento. "Um invasor pode frear de repente, ou acelerar uma pessoa no trânsito, ou qualquer que seja o pior cenário que você possa imaginar", disse o pesquisador.

A Zimperium informou que entrou em contato com a Xiaomi para divulgar os bugs, mas a fabricante disse que já está ciente do problema e não tem a capacidade de consertá-lo por conta própria neste momento. As patinetes da Xiaomi são utilizadas por empresas de compartilhamento de caronas, como a Lyft.

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Mais um acidente mortal envolvendo um celular foi registrado no Brasil, desta vez no Maranhão. Um adolescente de 17 anos morreu ao usar o smartphone que estava sendo carregado em uma tomada na cidade de Santa Quitéria do Maranhão, na terça-feira (12). A família contou que estava chovendo e trovejando muito quando Lucas Hendysson Luz recebeu um choque.

"Estava uma tempestade e caindo raios. A bateria do telefone de Lucas descaregou e ele colocou o aparelho na tomada. Já tínhamos ouvido que não podia carregar telefone e usá-lo ao mesmo tempo, mas nunca imaginávamos que meu filho fosse morrer de um choque", disse o pai do garoto, em entrevista ao UOL.

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Socorrido, ele já chegou morto ao hospital. No atestado de óbito, a causa da morte listada foi parada cardíaca. Lucas tinha completado 17 anos no último dia 6. A família quer procurar a delegacia e registrar um boletim para que o acidente seja investigado.

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Os fabricantes do que vem sendo chamado o primeiro preservativo inteligente do mundo finalmente revelaram seu novo dispositivo que possui a capacidade de detectar doenças sexualmente transmissíveis, avaliar o desempenho sexual do usuário e até mesmo calcular quantas calorias ele perde durante o sexo.

Chamado i.Con, o dispositivo custa US$ 80 é um anel emborrachado que deve ser colocado na base do pênis e, apesar do nome, não evita gravidez ou contágio de doenças sexualmente transmissíveis. É por isso que ele pode ser usado em conjunto com uma camisinha comum.

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A fabricante British Condoms diz que o seu dispositivo é à prova d’água e pode ser usado diversas vezes, além de contar com um ano de garantia. Entre os dados que o i.Con coleta estão informações como velocidade média, duração e temperatura do corpo.

O dispositivo também registra a quantidade de calorias queimadas, posições diferentes e pode detectar clamídia e sífilis. Todas as informações serão mantidas anônimas - mas os usuários terão a opção de compartilhar seus dados recentes com amigos.

O dispositivo tem uma porta micro USB integrada para que possa ser recarregado, com cada carga durando cerca de seis a oito horas. Os dados são transmitidos para o smartphone por meio de conexão Bluetooth e ficam catalogados em um aplicativo.

De acordo com a empresa, após o lançamento, o usuário poderá comparar seu desempenho com o de seus amigos e outras pessoas no mundo. A British Condoms distribui preservativos e outros produtos desde 1999.

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A dominação da Apple e da Samsung no mundo dos smartphones está sendo desafiada como nunca antes. Empresas chinesas como a Xiaomi e Huawei estão acirrando a concorrência com dispositivos mais baratos e inovadores. Na lista a seguir, indicamos quatro modelos asiáticos que você pode importar sem precisar recorrer a dezenas de parcelas no cartão de crédito.

Xiaomi Mi 8 Pro

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O celular Xiaomi Mi 8 Pro foi lançado em 21 de setembro de 2018 e tem uma ficha técnica interessante. Ele possui versões com 6 ou 8 GB de memória RAM e processador Qualcomm Snapdragon 845. Isso tudo rodando o sistema operacional Android 8.1 Oreo MIUI 10.

A tela é composta por um painel AMOLED com resolução de 2248×1080 pixels. Nas câmeras, a Xiaomi colocou dois sensores de 12 megapixels na traseira. O primeiro tem lente grande angular e abertura f/1.8. O segundo possui para zoom óptico de 2x e abertura f/2.4.

Na frente, está uma câmera com 20 megapixels e abertura f/2.0. As opções de armazenamento são de 64, 128 e 256 GB. Não há slot para microSD. Na China, o smartphone custa o equivalente a US$ 420 (cerca de R$ 1.576).

Huawei P20 Pro

O Huawei P20 Pro chegou a bater o iPhone XS Max, da Apple, com a melhor câmera do mercado, segundo o site especializado DxOMark. O celular tem um design moderno e tela OLED de 6,1 polegadas. Seu processador é o poderoso Kirin 970 (chip octa-core com velocidade de até 2,36 GHz). O poder de fogo é complementado pela memória RAM de 6 GB e armazenamento de 128 GB.

O grande trunfo do Huawei P20 Pro é o seu kit fotográfico. O telefone tem câmera tripla de 40, 20 e 8 megapixels, com lentes da tradicional marca alemã Leica, e aberturas de f/1.8, f/1.6 e f/2.4, respectivamente. Para selfies, o P20 Pro traz sensor de 24 megapixels. Com tantos recursos de ponta disponíveis, o celular é vendido no exterior pelo equivalente a R$ 3.870. Valor similar ao do iPhone 7 Plus de 32 GB no Brasil, que está disponível por R$ 3.799.

Pocophone F1 (Xiaomi)

Fabricado pela Xiaomi, o Pocophone F1 se destaca por trazer um excelente custo-benefício. Entre as principais especificações estão o processador Snapdragon 845, da Qualcomm, tela Full HD+ de 6,18 polegadas e bateria de 4.000 mAh.

Assim como a maioria dos modelos mais avançados do mercado, ele tem um sistema de câmera dupla na traseira. São sensores de 12 e 5 megapixels e aberturas de lente f/1.9 e f/2.0, respectivamente. A câmera frontal é de 20 megapixels (f/2.0).

O Pocophone F1 sai de fábrica com o Android 8.1 (Oreo), mas já começou a receber a atualização oficial da fabricante para o Android 9.0 (Pie), atual versão do sistema operacional da Google. Lançado oficialmente no mercado indiano, o Pocophone F1 é comercializado na Ásia. Seu preço está na faixa dos R$ 1.215.

Xiaomi Mi Mix 2S

O Mi Mix 2S é um concorrente mais próximo dos celulares mais caros de marcas ocidentais que é vendido por uma fração do preço. Este modelo se destaca no desempenho e design. Com sua traseira de cerâmica, acabamento espelhado e tela com proporção 18:9, ter um desses em mãos é uma verdadeira ostentação.

Ele tem um display Full HD de 5,99 polegadas. No interior, o Mix 2S tem o processador Snapdragon 845 da Qualcomm, combinado com 6 GB ou 8 GB de RAM, dependendo da configuração escolhida pelo usuário. A bateria tem 3.400 mAh, com suporte ao carregamento sem fio. Este, inclusive, é o primeiro smartphone da marca a trazer a tecnologia.

Quem gosta de tirar fotos conta com uma câmera dupla com dois sensores de 12 megapixels, além de 5 megapixels para capturar selfies. Seguindo com as especificações, ele tem memória interna de 64 GB, 128 GB ou 256 GB. Isso tudo rodando o sistema operacional Android 8.0 Oreo.

O modelo não tem entrada para fones de ouvido, cartão microSD, muito menos resistência à água, ao contrário de muitos outros smartphones premium disponíveis atualmente. Ponto negativo para a Xiaomi. O preço médio do aparelho é de US$ 550, algo em torno de R$ 2.064.

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O Google anunciou uma nova forma de criptografia chamada Adiantum, projetada para dispositivos Android mais baratos, sem afetar o desempenho deles. Com a novidade, o Google diz que todo aparelho com Android pode ser criptografado, o que significa que a privacidade não será restrita apenas para aqueles que podem pagar por um produto mais caro.

Atualmente, dispositivos como os smartphones de baixa potência com Android Go, relógios inteligentes e TVs não possuem os requisitos mínimos de desempenho para suportar o criptografia do Google. Mas isso vai mudar com o Adiantum.

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O Adiantum foi projetado para criptografar o armazenamento de dispositivos com Android, mantendo todos os documentos ou arquivos armazenados privados e seguros. A maioria dos aparelhos atualmente usam o padrão AES, mas os telefones mais baratos não tem suporte para este hardware.

O Google diz que o Adiantum é cinco vezes mais rápido do que a criptografia AES típica do Android. A novidade está programada para estrear com o Android Q, o sucessor do Android 9.0 Pie, que será lançado no final deste ano. "Nossa esperança é que o Adiantum democratize a criptografia de todos os dispositivos", escreveu o diretor de estratégia de segurança móvel do Google, Eugene Liderman.

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Um adolescente norte-americano que descobriu uma falha de segurança no sistema de videochamadas FaceTime da Apple foi recompensado pela empresa de tecnologia. A Apple não revelou a quantia exata de dinheiro que deu ao jovem Grant Thompson, de 14 anos.

O bug permitiu que qualquer pessoa ligasse para um telefone ou Mac pelo aplicativo do FaceTime e ouvisse o que se passava do outro lado da linha antes que o outro usuário sequer atendesse a chamada.

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A Apple desativou rapidamente o recurso de chat em grupo do FaceTime em seus servidores para evitar que as pessoas explorassem essa falha e, dias depois, lançou uma atualização para encerrar o problema de uma vez por todas.

O adolescente descobriu o problema ao usar o FaceTime para conversar com amigos. A mãe do jovem decidiu enviar vários e-mails e outras mensagens para a Apple alertando sobre a vulnerabilidade, mas inicialmente não obteve resposta. Agora, a Apple creditou Grant, que é do Arizona, com a descoberta da falha.

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O Nubank anunciou que está iniciando um serviço de empréstimo pessoal por meio do seu aplicativo. Segundo o banco digital, os clientes interessados poderão fazer toda a contratação e gerenciamento pelo celular. A novidade estará disponível para os primeiros clientes a partir desta segunda-feira (11).

Por meio do aplicativo do Nubank, o usuário pode realizar uma simulação de empréstimo em tempo real em poucos minutos. Basta que a pessoa informe o valor que precisa e selecione o número de parcelas para, então, visualizar na hora os juros e o valor total e mensal que irá pagar.

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Ao completar o processo, o dinheiro cai na NuConta do usuário. O cliente tem até 90 dias para pagar a primeira parcela e, então, até 24 meses para quitar o empréstimo. Pelo aplicativo, é possível gerenciar todas as etapas do empréstimo, antecipar parcelas e ver, a qualquer momento, quanto falta pagar.

O pagamento das parcelas é feito por débito automático na NuConta – mas somente se o cliente tiver o valor total da parcela disponível no dia do pagamento - caso contrário, um lembrete será enviado, com informações sobre as taxas referentes a atrasos.

Por enquanto, a empresa vai testar a novidade com alguns clientes que já usam o cartão de crédito Nubank e a NuConta. Aqueles que estiverem na fase de testes serão avisados por e-mail e notificação em seu celular. Além disso, verão a opção de empréstimo no aplicativo.

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A Apple lançou nesta quinta-feira (7) o iOS 12.1.4 para corrigir uma falha de segurança no recurso de bate-papo em grupo do seu aplicativo FaceTime. Descoberto na semana passada, o bug permitiu que qualquer pessoa ligasse para um telefone ou Mac e ouvisse o que se passava do outro lado da linha antes que o outro usuário sequer atendesse a chamada.

A Apple desativou rapidamente o recurso de chat em grupo do FaceTime em seus servidores para evitar que as pessoas explorassem essa falha, depois que os detalhes surgiram publicamente. Mais tarde, descobriu-se que a empresa foi alertada sobre esse bug há algumas semanas, mas não fez nada a respeito. Ainda não está claro por quanto tempo esse problema de segurança existiu no iOS 12.

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Embora a Apple tenha prometido liberar uma solução para o problema na semana passada, ela atrasou a atualização. Agora, o iOS 12.1.4 está disponível para todos os iPhones, iPads e iPods compatíveis. A empresa também está trabalhando em sua atualização para iOS 12.2.

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A Motorola lançou nesta quinta-feira (7) seu novo celular, o Moto G7, em quatro versões, todas custando menos de R$ 2 mil. São eles o Moto G7 Play, Moto G7 Power, Moto G7 e Moto G7 Plus. O mais barato dos modelos custa R$ 999. Já o mais caro, R$ 1.899. Os aparelhos já estão disponíveis nas lojas e rodam com o sistema operacional Andorid 9.0 Pie.

Moto G7 Play

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O Moto G7 Play é o modelo mais barato. Custando R$ 999, ele tem tela de 5,7 polegadas. Sua capacidade interna é de 32 GB e memória RAM de 2 GB. A bateria é de 3.000 mAh.

A câmera frontal tem 8 megapixels, com abertura f/ 2.2, e a traseira 13 megapixels com abertura f/2.0. O processamento fica por conta do chipset Snapdragon 632. Segundo a Motorola, ele é 60% mais rápido do que a geração anterior do celular.

Moto G7 Power

Já o Moto G7 Power tem tela de 6,2 polegadas e bateria de longa duração de 5.000 mAh. O modelo possui ainda tecnologia TurboPower e capacidade interna de 32 GB, mas com possibilidade de expansão.

A memória RAM é de 3 GB. A câmera frontal é de 8 megapixels com abertura f/ 2.2, e a traseira de 12 megapixels com abertura f/2.0. O processador é o mesmo do Moto G7 Play, o Snapdragon 632. Esta versão custa R$ 1.399.

Moto G7

O modelo Moto G7, por sua vez, tem um display de tela de 6,24 polegadas, com resolução Full HD+. Sua capacidade interna é de 64 GB (podendo ser expandida) e a memória RAM tem 4 GB.

A bateria é de 3.000 mAh, com a tecnologia de carregamento rápido TurboPower. A câmera frontal tem 8 megapixels com abertura f/ 2.2. Na parte de trás, o Moto G7 traz dois sensores para fotografar - um com 12 megapixels e abertura f/2.0 e um segundo com 5 megapixels e com abertura f/2.2. Seu processador também é o Snapdragon 632 e o preço sugerido é R$ 1.599. 

Moto G7 Plus

O quarto e último aparelho da família é o Moto G7 Plus, que tem tela de 6,24 polegadas e resolução Full HD+. Ao contrário dos três modelos anteriores, esse vem com o processador Snapdragon 636, mais poderoso.

A capacidade da bateria é de 3.000 mAh com tecnologia TurboPower. A câmera frontal tem 12 megapixels e abertura f/2.0. As duas câmeras traseiras tem 16 megapixels com abertura f/1.7 e de 5 megapixels com abertura f/2.2.

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A Amazon o lançado do novo Kindle Paperwhite à prova d’água no Brasil. A versão atualizada do modelo mais vendido do e-reader foi projetado para resistir a mergulhos acidentais em até dois metros de água doce por até 60 minutos e tem  o dobro de capacidade de armazenamento para livros digitais, além de ser mais fino e leve. O produto e pode ser adquirido a partir de R$ 499 na Amazon.com.br ou em varejistas selecionados. 

Para comemorar o lançamento, os clientes que comprarem o dispositivo até 7 de março terão 3 meses gratuitos no serviço de assinatura Kindle Unlimited, podendo aproveitar a leitura ilimitada de mais de 1,5 milhão de livros, incluindo mais de 50 mil títulos em português. A promoção é válida apenas para contas de clientes que não estejam inscritos no programa Kindle Unlimited.

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Além de ser à prova d’água, o novo Kindle Paperwhite mede 8,18 mm de espessura e pesa 182 gramas. Ele é mais leve e fino que a versão anterior. A tela de seis polegadas de 300 ppi em alta resolução apresenta texto nítido e com qualidade de laser que se assemelha à leitura no papel.

O display também inclui cinco LEDs e uma luz frontal ajustável para exibição uniforme e sem reflexos em qualquer posição, até mesmo sob exposição direta à luz solar.  O novo Kindle Paperwhite está disponível em 8 GB, por R$ 499, que é o dobro do armazenamento da geração anterior, e 32 GB, por R$ 649.

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O Google anunciou nesta terça-feira (5) a chegada da nova geração do Chromecast no Brasil. Com um design renovado, o aparelho vem com uma melhoria de 15% na velocidade do hardware, o que permite reproduzir vídeos com resolução Full HD (1080p) a 60 fps, proporcionando imagens mais reais.

O design é similar ao do modelo passado, com um corpo redondo e um cabo HDMI flexível. O Chromecast transmite o conteúdo de smartphones, tablets ou laptops para as telas grandes das TVs. Por meio dele, é possível acessar aplicativos como o YouTube, Netflix ou Spotify mesmo em um televisor sem conexão com a internet embutida.

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O Chromecast está disponível para vendas nos principais varejistas físicos, como Lojas Americanas, Magazine Luiza, Fast Shop, Kalunga, Bemol e Havan, e também online, nas Americanas.com, Submarino, Magazineluiza.com, entre outros, pelo preço sugerido de R$ 349.

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A Apple pediu desculpas por uma falha de segurança em seu sistema de bate-papo FaceTime e disse que uma correção de software está chegando esta semana. A fabricante do iPhone chegou a desligar o recurso de chat em grupo no aplicativo para assegurar que seus clientes continuariam protegidos. A vulnerabilidade chamou a atenção de autoridades governamentais.

"Pedimos sinceras desculpas aos nossos clientes que foram afetados e todos que estavam preocupados com esta questão de segurança", disse um porta-voz da Apple em um comunicado. "Agradecemos a paciência de todos ao concluirmos este processo", informou a empresa.

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O pedido de desculpas veio dois dias depois que o governador de Nova York, Andrew Cuomo, e a procuradora geral Letitia James disseram que o estado americano investigaria o bug. A falha permitiu que qualquer pessoa ligasse para um iPhone ou Mac e ouvisse o que estava ocorrendo do outro lado da linha, antes mesmo que a outra pessoa atendesse.

Sob certas circunstâncias, a falha também ativava a câmera de vídeo antes do outro usuário atender a chamada. O bug poderia ser explorado adicionando o próprio número a um grupo em uma ligação com alguém.

Em seu comunicado na sexta-feira, a Apple agradeceu a um adolescente do Arizona e sua mãe por esclarecer o problema. Embora a família tenha informado isso há mais de uma semana, a Apple não desativou o recurso FaceTime do grupo ligado ao problema até o dia 28 de janeiro, quando o problema explodiu nas mídias sociais.

A Apple informou que sua equipe de engenharia rapidamente desativou o recurso de chat em grupo do FaceTime depois que percebeu o bug e começou a trabalhar rapidamente para resolver o problema. "Corrigimos o bug de segurança do FaceTime nos servidores da Apple e emitiremos uma atualização de software para reativar o recurso para os usuários na próxima semana", disse a Apple.

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Os usuários do WhatsApp que possuem dispositivos com iOS agora podem proteger o aplicativo usando a segurança biométrica do seu telefone. Dependendo do modelo do iPhone, é possível até usar a tecnologia de reconhecimento facial (FaceID) para restringir o acesso à plataforma de mensagens. O recurso foi disponibilizado com a versão 2.19.20 do WhatsApp e pode ser ativado no menu privacidade do WhatsApp.

A novidade funciona de maneira simples. Ao ativar a proteção biométrica, será solicitado ao usuário que ele insira sua digital ou ative o reconhecimento facial do iPhone para, só então, ter acesso à sua lista de chats e grupos. Também é possível bloquear as notificações do WhatsApp por meio do recurso.

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Para responder às chamadas de áudio e vídeo, porém, não é necessário desbloquear o aplicativo primeiro. No momento, o recurso só está oficialmente disponível na versão para iOS do aplicativo, mas testes recentes notados pela WABetaInfo no mês passado sugerem que os dispositivos Android também terão acesso à ferramenta.

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A Multilaser anunciou a expansão do seu portfólio no mercado brasileiro de eletrônicos com a entrada no segmento de telas. Quatro modelos já estão à venda, com tamanhos de 32 e 43 polegadas. Os lançamentos acompanham conversor digital como brinde. O preço sugerido dos produtos começa na casa dos R$ 849.

Segundo a Multilaser, os novos produtos chegam com processamento de dados mais rápido por não terem o conversor digital integrado, tornando a navegação em aplicativos de streaming online e a leitura de aparelhos HDMI mais eficientes quando comparadas aos modelos atuais.

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As telas HD e Full HD da Multilaser contam ainda com três entradas HDMI e uma RCA. As televisões com conexão à internet trazem também botões de fácil acesso à Netflix e ao Youtube no controle remoto, além de espelhamento de tela, disponível apenas para aparelhos Android com função DLNA.

Com preço sugerido de R$ 849,00 para a tela de 32 polegadas HD (modelo TL001) e R$ 1.469 para a de 43 polegadas FULL HD (modelo TL003), na versão tradicional, os dispositivos fazem parte da estratégia da Multilaser em lançar mais de mil produtos em 2019.

Já os modelos com conexão à internet têm preço sugerido de R$ 1.199 para a de 32 polegadas (TL002) e R$ 1.799 para a de 43 polegadas (TL004).

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A marca de produtos para gamers Razer anunciou nesta quarta-feira (29) a ampliação da sua linha de produtos Quartz Pink, que foi lançada em 2018. Com a atualização, os jogadores terão mais opções de periféricos e acessórios cor-de-rosa para utilizarem no PC, consoles e Razer Phone.

Além de um novo mouse, teclado, headset e mousepad (que já faziam parte da linha e foram atualizados), chegam à família um microfone, suporte de headset, controle para PlayStation 4, capinha de celular e um notebook gamer Razer Blade Stealth de 13 polegadas.

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A linha Quartz Pink agora tem nove produtos no total. Os lançamentos já estão disponíveis nos EUA e Europa e chegarão ao Brasil a partir de abril. O preço dos produtos incluídos na linha cor de rosa começam em R$ 399. Você pode conferir mais detalhes e disponibilidade de todos os itens no site da Razer.

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A Apple planeja lançar um iPhone com três câmeras traseiras em 2019, de acordo com um novo relatório da Bloomberg. Os atuais iPhone XS e iPhone XS Max têm dois sensores na parte de trás. Mas as fabricantes rivais de celulares com Android, incluindo a LG e Huawei, já lançaram sistemas de câmeras triplas que permitem maior flexibilidade criativa e fotos em ângulo muito mais amplo.

Segundo o relatório da Bloomberg, a terceira câmera também será capaz de capturar mais pixels para que o software da Apple consiga, por exemplo, reparar automaticamente um vídeo ou foto para caber em um assunto que pode ter sido acidentalmente cortado. Além disso, o recurso Live Photos será estendido de três para seis segundos.

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Os iPhones de 2019 teriam o mesmo visual dos aparelhos lançados em 2018, já que uma possível grande mudança só viria em 2020, junto ao suporte para redes 5G. A Bloomberg também aposta que a Apple também está testando alguns protótipos do smartphone equipados com entrada USB-C, em vez do conector Lightning que é usado desde 2012. Esta troca, no entanto, não tem prazo para ocorrer.

Para 2020, a Bloomberg diz que a Apple lançará um iPhone com câmera traseira 3D, o que beneficiará aplicativos e soluções envolvendo realidade aumentada. O sensor 3D seria de longo alcance, projetado para escanear o ambiente e criar reconstruções tridimensionais do mundo real.

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