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Os espelhos da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 já podem ser conferidos na página do participante na manhã desta terça-feira (19). Além da imagem da redação, é possível ver a nota de cada competência e comentários sobre as mesmas. O participante também consegue ver a porcentagem de alunos que tiraram notas semelhantes da dele.

Como ver a redação?

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É necessário que o estudante entre na página do participante, coloque CPF e senha, clique em “vista pedagógica”, desca a página e clique em “para obter a imagem da redação, clique aqui”.

Os espelhos da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 já podem ser conferidos na página do participante na manhã desta terça-feira (19). Além da imagem da redação, é possível ver a nota de cada competência e comentários sobre as mesmas. O participante também consegue ver a porcentagem de alunos que tiraram notas semelhantes da dele.

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Nesta terça-feira (19) milhões de alunos que realizaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deverão ter a chance de ver os espelhos da redação, uma das provas mais aguardadas pelos candidatos. 

A visualização da redação não tinha data prevista em edital, mas em janeiro, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) afirmou que as imagens seriam liberadas no mesmo dia da nota dos treineiros. 

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A análise da redação só será permitida para fins pedagógicos, já que o aluno não tem direito a recorrer à nota. Não há, ainda, previsão de horário para essa liberação.

A prova de redação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), para muitos estudantes, é um desafio. Obedecer aos critérios propostos, não fugir do tema, não violar os direitos humanos e evitar a nota zero são apenas alguns dos objetivos dos milhões de feras que se submetem à avaliação todos os anos. No entanto, nem todos eles têm condições de fazer um bom preparatório, com professores à disposição para tirarem dúvidas e corrigir os erros. Pensando nisso, dois estudantes universitários do Recife revolveram criar um projeto para ajudar esse público, que carece de uma ajuda nesta preparação.

Inicialmente, Williams Alves, que cursa letras na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), começou a divulgar entre os amigos a disponibilidade de receber redações de estudantes que estão se preparando para fazer o Exame este ano, para corrigir e dar dicas gratuitamente. A amiga dele, Tereza Almeida, ao saber da iniciativa, se propôs a ajudar e criaram juntos um projeto chamado 'Redação Nerds'.

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“Eu estudo educação na faculdade, estudo teoria, metodologias, entre outras coisas, mas sei que a minha realidade dentro do meu curso não é a realidade da maioria das escolas. Por isso, eu achei o projeto uma possibilidade prática e importante de ajudar, com o conhecimento didático que eu tenho, outras pessoas que não têm sequer oportunidade de contato com material para prestar o Enem e, sendo o Enem a forma dessas pessoas frequentarem universidades públicas, essa foi a maneira que escolhi para dar a oportunidade”, explica Tereza.

Os jovens acreditam que as demandas vão aumentar, à medida que a data da prova se aproxima e acreditam que este seja um caminho mais prático tanto para eles quando para os estudantes secundaristas. A ideia é uma monitoria virtual, que concilie o trabalho voluntário com as demandas acadêmicas e pessoais.

Para participar do projeto, os interessados precisam enviar suas redação para o email redacaomonitoria.nerds@gmail.com. Os temas podem ser escolhidos pelos alunos, mas na página no Instragram, Tereza e Williams disponibilizam alguns como sugestão para as pessoas que precisam de um direcionamento. Caso os estudantes redijam o texto a mão, é possível enviar o texto por foto. “A gente prefere que seja enviada digitada, porque temos um sistema de correção por código de cores, mas caso não exista essa possibilidade para alguém, a gente aceita por foto também e adapta à correção”, orienta a universitária.

Além das redações, os voluntários do projeto 'Redação Nerds' pede que os alunos enviem os nomes, porque eles pretendem acompanhar o desenvolvimento dos alunos ao longo da monitoria. O prazo para que os estudantes recebam uma resposta com as redações corridas e comentadas é de aproximadamente uma semana.

A prova de redação é uma das mais importantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A pontuação alcançada pode fazer muita diferença no resultado final. Se o aluno não desenvolve bem as cinco competências cobradas, o caminho até a conquista da tão sonhada vaga na universidade pode ser adiado.

A primeira competência avaliada é o domínio da língua portuguesa. O estudante precisa ter um bom desempenho gramatical e ortográfico, além de ser capaz de mostrar riqueza de vocabulários e uso correto dos pronomes, entre eles os relativos. Mas você sabe para que servem os pronomes relativos?

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“Eles têm variações e possibilidades enormes dentro da língua, mas se você prestar  atenção de cara, uma das ideias principais é retomar expressões dentro do próprio texto e tentar evitar repetições desnecessárias”, explica o professor de redação Diogo Didier, que ainda aconselha os feras a prestarem atenção na forma de utilização do ‘que’; o termo deve ser ligado a um referencial com cuidado para não ficar cansativo. O pronome pode também ser substituído por "o qual", "a qual", "os quais", "as quais" quando vier antes de um substantivo. “Usar pronome relativo faz com que você evite repetição e empobreça seu texto”, conclui o professor.

Faça o teste abaixo sobre a utilização de pronomes relativos e veja o quanto você está preparado para fazer aquela redação nota 1000 no Enem:

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Questões 1 e 2 – Professor Diogo Didier

3  e 6– Site Brasil Escola

4 – Universidade Federal de Mato Grosso

5- Faculdade de Tecnologia – FATEC SP

7 – PUC Minas

8 – Câmara Municipal de Porto Velho - IBADE

Eunice Costa, 24 anos, foi a única estudante de Belém que conseguiu tirar nota máxima no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018. No Pará, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), apenas Eunice e uma aluna de Ananindeua, ainda não identificada, alcançaram a nota máxima. Das 4,1 milhões de redações corrigidas, somente 55 obtiveram nota máxima no exame, sendo 42 mulheres.

De família humilde, moradora do bairro do Bengui, periferia de Belém, Eunice preparou-se para o exame estudando em casa e não conteve a alegria ao ver o resultado. "Quando entrei na página do participante e vi minha nota 1000 fiquei muito supressa e ao mesmo tempo muito feliz, porque é muito gratificante receber uma nota excelente por algo que a gente lutou tanto. Todo aquele esforço, todo o sacrifício que a gente fez nos anos anteriores sendo recompensado, foi isso que eu pensei", disse.

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Eunice disse que uma das maiores dificuldades que enfrentou para alcançar seu objetivo foi conseguir organizar o tempo dedicado aos estudos. “Até aquela época eu não sabia muito bem como me organizar. Pesquisei na internet, assistia vídeo-aulas, assistia dicas de pessoas que faziam a mesma coisa - estudado em cas. O primeiro desafio foi me organizar, montar um cronograma. O segundo desafio, acho que o maior deles, é seguir o cronograma à risca. Sentar ali todos os dias, de 8 até 1 hora e estudar. Esse é o maior desafio porque estudar mais de dez horas por dia requer muita disciplina, também um alto controle psicológico, porque não é fácil você ficar todos os dias estudando dez horas e ainda há o risco de não conseguir. O maior desafio foi esse, a organização", afirmou.

A estudante, que concorre à vaga de Medicina, disse que foram incansáveis as pesquisas para ajudar a compreender temas complexos já abordados pelo Exame, em redações anteriores, e que era um desafio pesquisar e organizar os argumentos na hora de passar para o papel. Eunice estudava em casa, mas aos sábados ia para um curso de redação, no qual tornava sua rotina de estudos ainda mais puxada, mas que, segundo a estudante, ajudou muito no resultado. "Tudo isso foi um desgaste muito grande de energia, de recursos financeiros. Principalmente enfrentar o cansaço físico porque no final da semana eu estava extremamente cansada, cansaço psicológico, físico, enfrentar dores, tudo isso foi um desafio para mim", ressaltou.

Eunice mora com os pais e a irmã mais nova, que estuda Cinema e Audiovisual na Universidade Federal do Pará (UFPA), e disse que os pais são os principais responsáveis pela nota máxima no Enem, porque sempre incentivaram seus estudos. “Eu já tenho idade de trabalhar. Tenho 24 anos. Sempre me preocupei muito com isso, em começar logo a trabalhar para poder ajudar aqui em casa, mas eles sempre disseram 'não! A gente quer que vocês estudem, que vocês se esforcem, porque o que a gente pode deixar para vocês é a oportunidade de estudar'. Meu pai desde criança trabalhou, minha mãe também. Eles vieram do interior. No decorrer da vida perceberam o valor da educação, da pessoa se esforçar e conseguir com os próprios méritos. Essa vitória foi uma vitória para a minha família e para mim. Agora, se Deus quiser, vou alcançar esse objetivo de passar em Medicina e vou honrar a Deus e à minha família com esse presente", explicou.

As dicas que Eunice dá para os alunos que estão se preparando para Enem deste ano é que definam primeiramente o curso que querem fazer e se esforcem para se destacar. Em seguida, o candidato deve definir se vai ou não fazer cursinho e os métodos de estudos. Resolver muitas provas é a dica que Eunice chama de  "valiosa". "Resolver o máximo de provas que puder. Inclusive, os meus pais me ajudaram a comprar uma impressora. Eu falei 'mãe eu só preciso de uma impressora para estudar, só isso. A senhora só compra essa impressora para mim e eu garanto o resto', e foi isso o que ela vez”, detalhou Eunice, que resolvia provas dos Exames anteriores quase todos os dias. "Eu lembro que no mês de março de 2018 eu fiz uma prova por dia, então foram aproximadamente 30 provas em um mês. Então é resolver muitos exercícios, fazer muitas redações, ler o máximo que puder, ler jornais, livros, revistas, principalmente livros de filosofia, sociologia, literatura. Assistir a noticiários, porque a gente sabe que o tema sobre a segurança digital também foi muito falado, isso também ajuda", acrescentou.

Eunice disse que a internet precisa ser usada como aliada, e não somente a internet, mas todos os recursos disponíveis, e nunca deixar de confiar em si mesmo. "Autoconfiança é a palavra. Confiança em Deus acima de tudo", ressaltou. Para conseguir estudar todos os conteúdos, a aluna contou que estudava o dia todo, mas dividido em intervalos. "Estuda de manhã, das 8 às 12 horas. À tarde eu também tinha um período de estudo, das 12 às 20 horas, depois eu para um pouco e ia até 23 horas ou meia-noite, era mais ou menos assim  todos os dias", reiterou a estudante, que evitava estudar aos domingos e aproveitava para descansar e ouvir músicas, um de seus passatempos.

"Para mim funcionou assim, cada dia da semana eu estudava uma disciplina. Lembro que na segunda-feira eu estudava matemática e alternava entre uma matéria de exatas e uma de humanas. Conforme avançava a semana eu ia mudando o cronograma, mudando os dias, ia percebendo que eu tinha mais dificuldades em uma matéria, então eu sempre ia alterando o meu material de estudo", explicou Eunice.

Sobre a nota máxima, Eunice disse o que julgou ser o grande diferencial. "Em relação à redação, eu tinha as aulas nos dias de sábado, mas o diferencial é que minha professora não deixava os alunos saírem do curso sem entregar a redação e ela sempre marcava o tempo, no máximo uma hora. Então ela ficava pressionando. Em casa eu também treinava, nos finais de semana principalmente. Deixei os sábados para estudar redação. Eu sempre lia alguma coisa, sempre pesquisava. Esse ano eu li muitos artigos científicos, então isso me ajudou muito. Treino é o principal. Acho que é assim que se aprende: praticando. A leitura te dá o embasamento. Para desenvolver, você tem que escrever, escrever muito", avaliou.

 

 

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, nesta segunda-feira (21) dados inéditos sobre os perfis dos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 que obtiveram nota 1000 na redação. Na predominância, mulheres dos estados de Minas Gerais ou Rio de Janeiro, com 18 anos de idade.

O levantamento destacou que a região com o maior número de candidatos com a nota máxima na parte dissertativa da prova foi o Sudeste, totalizando 33 participantes, sendo sendo 14 de Minas Gerais e outros 14 do Rio de Janeiro. Na sequência vem o Nordeste, com 14 dos melhores textos. Na Região Sul, apenas o estado do Rio Grande do Sul conseguiu pontuar. Já na Região Norte, apenas o Pará conquistou a nota máxima na prova.

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Os dados também descrevem que dos 55 textos que obtiveram nota máxima na última edição do Exame, 17 são de estudantes com 18 anos. Já os estudantes com 17 anos assinam 11 das redações nota 1000. Os participantes com faixa etária de 21 aos 30 anos estão entre os 10 participantes com nota máxima.

Enem 2018

Com aplicação no dia 4 de novembro, os mais de 4 milhões de inscritos no Enem tiveram que construir um texto com o tema proposto de: "Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet"

Com um texto dissertativo-argumentativo que respeite o espaço de 30 linhas cedidas pela prova, os alunos deverão abordar a temática seguindo a estrutura cobrada pelo exame, com introdução, desenvolvimento e conclusão que apresente uma solução para o tema abordado.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, nesta segunda-feira (21) dados inéditos sobre os perfis dos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 que obtiveram nota 1000 na redação. Na predominância, mulheres dos estados de Minas Gerais ou Rio de Janeiro, com 18 anos de idade.

O levantamento destacou que dos 55 textos que obtiveram nota máxima na última edição do Exame, 17 são de estudantes com 18 anos. Já os estudantes com 17 anos assinam 11 das redações nota 1000. Os participantes com faixa etária de 21 aos 30 anos estão entre os 10 participantes com nota máxima.

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Na questão de gênero, os resultados pontuam que em 76% das redações foram escritas por mulheres. O número representa 42 redações. Entre homens o total foi de 13 textos.

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Enem 2018

Com aplicação no dia 4 de novembro, os mais de 4 milhões de inscritos no Enem tiveram que construir um texto com o tema proposto de: "Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet"

Com um texto dissertativo-argumentativo que respeite o espaço de 30 linhas cedidas pela prova, os alunos deverão abordar a temática seguindo a estrutura cobrada pelo exame, com introdução, desenvolvimento e conclusão que apresente uma solução para o tema abordado.

O número de participantes com a nota máxima na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) aumentou pela primeira vez desde 2011. Em 2018, ao todo, 55 estudantes obtiveram nota mil. Na outra ponta, o número de redações nota zero caiu para menos da metade de 2017.

Em 2011, dos cerca de 4 milhões de participantes do Enem, 3,7 mil tiraram a nota máxima. Desde então, apesar do aumento no número de candidatos, o número de redações nota mil só caiu. Em 2017, apenas 53 dos mais de 4,7 milhões de participantes alcançaram a nota máxima.

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Em 2018, segundo os dados divulgados nesta sexta-feira (18) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do total de 4,1 milhões de redações corrigidas, 55 obtiveram o máximo desempenho em todos os quesitos avaliados. O tema da edição do ano passado foi Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet.

O número de estudantes que zeraram a redação caiu, passando de 309.157, em 2017, o que representou 6,54% do total de candidatos, para 112.559 em 2018, 2,73% do total de participantes.

Em 2017, quando o tema da redação foi Desafios para formação educacional de surdos no Brasil, o maior motivo para zerar a redação foi fuga ao tema. Já no ano passado, mais estudantes deixaram a prova em branco.

Apesar dos resultados positivos nas notas máximas e mínimas, a média de desempenho na redação caiu em 2018 em relação a 2017. A nota média dos estudantes nessa prova em 2017 foi 558 pontos. Em 2018, foi 522,8 pontos.

Os resultados do Enem foram divulgados nesta sexta-feira. Os estudantes podem acessar na Página do Participante e saber quanto obtiveram nas provas de linguagem, ciências humanas, ciências da natureza, matemática e redação.

Em média, comparando com os resultados de 2017, os estudantes tiveram melhor desempenho em 2018 nas provas de linguagem, matemática e ciências humanas. A proficiência média passou de 510,2 pontos para 526,9pontos em linguagem; de 519,3 para 569,2 em ciências humanas; e de 518,5 para 535,5 em matemática. Em ciências da natureza o desempenho médio caiu de 510,6 para 493,8.

No dia 18 de março, o Inep divulgará o espelho da redação, ou seja, detalhes da correção dessa prova. Isso é feito após os processos seletivos dos programas federais. A correção tem função apenas pedagógica e não é possível interpor recurso.

Com a liberação do acesso às maiores e menores notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou as maiores e menores notas de cada uma das matérias específicas.

Neste ano, apenas 55 alunos atingiram nota máxima na redação. A proficiência máxima entre as matérias específicas foi em matemática, com nota 996,1. A menor proficiência da prova (tirando a redação, com mais de 100 mil zeros) foi em Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, com nota 318,8.

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Confira a proficiência média de cada uma das marérias:

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias

Proficiência Média Geral – 526,9

Proficiência Média Concluintes – 520,8

Proficiência Média Egressos – 529,1

Proficiência Média Treineiros – 538,9

Proficiência Mínima – 318,8

Proficiência Máxima – 816,9

Redação

Proficiência Média Geral – 522,8

Proficiência Média Concluintes – 523,4

Proficiência Média Egressos – 520,9

Proficiência Média Treineiros – 541,2

Redações Nota Zero – 112.559

Redações Nota Mil – 55

Ciências Humanas e suas Tecnologias

Proficiência Média Geral – 569,2

Proficiência Mínima – 387,2

Proficiência Máxima – 850,4

Proficiência Média Concluintes – 561,7

Proficiência Média Egressos – 573,4

Proficiência Média Treineiros – 575,2

Matemática e suas Tecnologias

Proficiência Média Geral – 535,5

Proficiência Mínima – 360

Proficiência Máxima – 996,1

Proficiência Média Concluintes – 533,4

Proficiência Média Egressos – 533,9

Proficiência Média Treineiros – 553,4

Ciências da Natureza e suas Tecnologias

Proficiência Média Geral – 493,8

Proficiência Mínima – 362,5

Proficiência Máxima – 869,6

Proficiência Média Concluintes – 490,8

Proficiência Média Egressos – 495,7

Proficiência Média Treineiros – 497,2

 

Com tema “a importância do passado para a compreensão do presente”, mais de 35 mil estudantes fizeram a redação da segunda fase da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest), realizada nestes domingo (6) e segunda-feira (7), em São Paulo. Segundo professores, a temática foi uma forma de fazer os estudantes analisarem a complexidade da carga histórica no reflexo das conjunturas atual e futura.

Segundo o docente Felipe Rodrigues, o tema “abriu um leque” para que o estudante pudesse abordar diversos assuntos. “O estudante pode abordar a crise política, o avanço da indústria, então ele pode seguir por diversos ramos”, pontua o professor. Ainda segundo Rodrigues, o candidato que foi em busca de trazer a história por meio de filósofos e pensadores conseguiu ter sucesso na redação. “Bourdieu vai fazer um apanhado histórico, mas acho muito mais viável a gente falar sobre Emile Durkheim, quando ele vai falar um pouco sobre educação”, salienta.

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Diferentemente da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), segundo o professor Felipe Rodrigues, o estudante que fez a prova da Fuvest precisou finalizar a redação com um ar mais filosófico. “Seria legal fazer um apanhado da educação, para falar sobre novos métodos de educação, fazer um apanhado histórico. Em seguida, jogar a ‘educação bancária’ paulofreiriana, e fechar de uma forma bem filosófica. Se tratando de um tema da Fuvest, há essa exigência desse fechamento filosófico, diferente de um tema do Enem, que tem essa proposta de conclusão”, explica.

Já de acordo com o professor Diogo Didier, o tema da Fuvest resgata a “necessidade de se compreender as bases históricas para não cometer as mesmas atrocidades no presente e no futuro”. O diferencial, ainda segundo o docente, foi o fato de que a banca optou por aplicar uma frase afirmativa, não podendo o candidato negar a existência dos fatores históricos para compreensão do presente. “Caso ele tivesse feito isso, poderia certamente ser prejudicado na nota”, pontuou Didier.

O professor ainda considera que o atual cenário político trouxe uma “onda anti-intelectualismo” que nega pesquisas científicas e comprovações históricas. “Vale lembrar que o aluno poderia citar inclusive o recente e misterioso incêndio no museu nacional do Rio de Janeiro como propulsor dessa onda de negação do passado. Ainda caberia mencionar a invalidação da Ditadura Militar pelos negacionistas históricos atuais, bem como a exaltação de torturadores desse período, assim como de outras eras mais nefastas como o Holocausto na II Guerra Mundial”, sugere Didier.

Em comum acordo, os docentes ainda pontuaram a facilidade de discussão do tema, apesar de sua polêmica. “Foi um tema fácil de se discutir, apesar de delicado frente a polarização de posicionamentos políticos no país atualmente. Acredito que o único candidato que teve dificuldade foi aquele que não compreendeu ainda a importância do passado”, finalizou Diogo Didier.

O vestibular da Fuvest ofertou 8.362 oportunidades de ingresso na Universidade de São Paulo (USP), com vagas para ampla concorrência, escola pública e escola pública PPI (autodeclarados pretos, pardos ou indígena). A aplicação das provas foi realizada em 19 cidades de São Paulo, com duração de quatro horas cada dia.

Neste ano, o sistema da Fuvest mudou, sendo alterada a quantidade de dias de realização das provas. Antes com três dias consecutivos, a segunda fase era composta de provas de português e redação, no primeiro dia; disciplinas vistas no ensino médio, no segundo; e conhecimentos específicos do curso desejado, no terceiro. A partir deste ano, os candidatos realizam, em dois dias de prova, as disciplinas de redação e português, além dos conhecimentos específicos do curso.

Os candidatos que vão fazer a segunda fase da Fuvest, principal processo seletivo para a Universidade de São Paulo (USP), devem estar atentos às provas de Português e Redação, que serão aplicadas neste domingo (6). De acordo com coordenadores de cursinhos, com a redução do número de dias do exame - de três para dois neste ano -, cada etapa da seleção se tornou mais relevante para a nota final.

"São dois dias de prova na segunda fase, o que a torna mais leve, mas cada etapa é decisiva. Uma dica importante para os alunos é valorizar bastante as provas de Português e Redação. Às vezes, os candidatos deixam de lado, e é justamente aí que ganham ou perdem (a vaga). As questões específicas costumam ter variação menor de notas, porque, geralmente, são as que os alunos mais se dedicam", avalia Edmilson Motta, coordenador-geral do Grupo Etapa.

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Rubens Carnevale, coordenador pedagógico do Vetor Vestibulares, explica que a primeira fase e cada um dos dois dias da segunda etapa correspondem a um terço do total de pontos que o candidato pode alcançar. Até a última edição do vestibular, antes da redução de um dia nas provas da segunda fase, a pontuação estava mais distribuída em cada um dos dias, segundo Carnevale. "A prova de Português ganhou peso com a mudança."

O coordenador, que também é professor de Língua Portuguesa e Redação, diz que é fundamental que o candidato compreenda bem o tema da Redação para ter sucesso. "A Redação deve ter adequação ao tema. Por isso, o aluno deve ler os textos da coletânea antes de produzir, observando a progressão discursiva, que é a coesão e a coerência, e a linguagem adequada. Também tem de saber argumentar. O que dá brilho ao texto é a argumentação."

Ao longo do ano, os cursinhos trabalham diversos temas que, apostam, podem ser abordados na Redação e, de acordo com os especialistas, a fórmula adotada pela Fuvest já é conhecida. "Ao contrário do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que traz um tema da realidade e do cotidiano, a Fuvest costuma pedir um tema de caráter filosófico, que vai refletir sobre a essência do ser humano", afirma Carnevale.

Vera Lucia da Costa Antunes, coordenadora pedagógica do Cursinho Objetivo, classifica a prova da Fuvest como "muito clara". "É tudo muito bem formulado, e ela é rica em gráficos, imagens e tabelas. É importante que o candidato leia o que está sendo pedido e obedeça o comando da questão", afirma.

Após a divulgação das questões, o Estado fará, à noite, a correção das questões no portal estadao.com.br.

Estratégias

Candidatos que não conquistaram a vaga nas edições anteriores contam que mudaram suas estratégias de estudo para tentar alcançar um melhor aproveitamento.

O estudante Vinícius Dioni, de 18 anos, prestou vestibular em 2017 para Engenharia Civil e não foi aprovado. Em 2018, mudou de estratégia e de opção de curso. "Pesquisei mais, conversei com professores e optei por Engenharia Elétrica. Em 2017, não fiz cursinho e nem passei para a segunda fase. Já em 2018, acordava, ia para o cursinho, fazia exercícios o dia inteiro e participava de plantão de dúvidas."

Para a Redação, Dioni tem praticado até três vezes por semana e também, conta, está cuidando da parte emocional. "Um dos problemas que tive no passado é que eu me desesperei. É fundamental ter calma."

A técnica em Enfermagem Isabela Matilde Ralio Cardoso, de 36 anos, está na quarta tentativa e pela primeira vez conseguiu chegar à fase final.

"Desta vez, fiz estudos mais direcionados para atingir os meus focos de deficiência, porque tenho desempenhos diferentes nas matérias. Concentro nas minhas dificuldades e mantenho as matérias que tenho facilidade. Meu desempenho foi muito melhor, fui bem na primeira fase", diz Isabela, que concorre a uma vaga em Medicina.

Prova

Depois de fazerem hoje as provas de Redação e Português (com dez questões), os candidatos partem amanhã para a prova específica - serão 12 questões de acordo com a carreira escolhida. Segundo a Fuvest, 32.178 candidatos disputam as 8.362 vagas nos cursos de graduação da USP. As provas são realizadas em 19 cidades paulistas.

FIQUE DE OLHO

O que levar

O candidato deve levar um documento original de identidade com foto e caneta esferográfica azul. É permitido lápis para rascunho e levar água e alimentos leves.

O que não levar

É proibido usar equipamentos eletrônicos, como celular, além de boné, óculos de sol, relógio e fone de ouvido.

Onde

O local onde cada aluno vai fazer a prova é informado no site fuvest.br. O candidato deve ficar alerta: o endereço pode não ser o mesmo da primeira fase.

Fechamento dos portões

Nos dois dias, as escolas abrem os portões às 12h30 e fecham às 13 horas (horário de Brasília).

Duração da prova

O candidato tem 4 horas para fazer o exame. É permitido deixar o local a partir de 16 horas.

Aprovados

A 1ª chamada de aprovados será divulgada no dia 24 de janeiro. Outras quatro convocações serão liberadas entre os dias 1º e 22 de fevereiro.

Matrícula

Há uma etapa virtual da matrícula, com uma data para cada chamada, e outra presencial, que nos dias 27 e 28 de fevereiro.

Enem

A USP ainda vai oferecer outras 2.785 vagas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que usa a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para preencher vagas na graduação. As inscrições serão entre os dias 22 e 25.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O ano de 2019 mal chegou e a preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já deve estar a todo vapor, segundo os professores. Se com as disciplinas dos cadernos de linguagens, matemática e natureza é preciso estudar conteúdos e fazer exercícios, com a redação é necessário praticar textos duas vezes por semana, com base nos assuntos da atualidade, de acordo com docentes.

A prova de redação do Enem é composta de um tema, em que o estudante deve elaborar um texto dissertativo-argumentativo, de no máximo 30 linhas, fazendo uma intervenção social na problemática e respeitando os direitos humanos. Com pontuação de zero a mil pontos, a redação é um dos pesos mais importantes do Exame, sendo totalmente não recomendado zerar a prova.

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Segundo a professora Josicleide Guilhermino, o estudante que zera a redação ou obtém nota baixa perde a chance de pleitear a uma vaga em universidade públicas, privadas e até mesmo alcançar programas sociais de bolsas de graduação. “[A redação] é a salvação para muitos alunos, pois é a única em que ele pode tirar a nota máxima, já que não tem como estabelecer nela a TRI (Teoria de Resposta ao ITEM). Ou seja, única prova em que o candidato pode efetivamente pleitear a nota mil”, explicou a professora de redação Josicleide Guilhermino.

Ainda de acordo com informações da docente, os professores estão cada vez mais distantes das chances de acertar os temas. “O que se fazia no passado que era decorar o processo de construção da redação, isso cada vez mais funciona menos. É preciso, então, que o aluno compreenda o nível de argumentação, cada competência e esteja antenado ao que está acontecendo ao seu redor porque independente de ele ter trabalhado previamente ou não a temática da redação, ele estará minimamente pronto, conhecendo como o sistema funciona”, explica Josicleide.

Preparação antecipada

Embora seja necessária a participação de um professor que faça a lapidação do processo de aprendizado da redação de um estudante, a professora ainda indica que a internet pode ser um bom meio de conseguir construir bagagem. “As cinco competências cobradas na redação do Enem, ele encontra disponível na internet; no último ano foi disponibilizada uma cartilha para os alunos que iriam fazer a prova, então ele precisa fazer a leitura desta cartilha porque não dá para querer vencer um jogo sem conhecer minimamente as regras”, explica a professora de redação Josicleide Guilhermino.

Confira abaixo o vídeo com mais dicas sobre como se preparar para a redação

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Como é feita a correção

Segundo o edital do Enem 2018, somente as redações transcritas para a Folha de Redação são corrigidas. Cada uma das cinco competências exigidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) pode ter até 200 pontos. A nota final, que vai até mil pontos, é obtida por meio da média aritmética entre todas as notas, observando a existência ou ausência de discrepância entre os corretores.

É considerada discrepância a diferença de 100 ou mais pontos na nota de um corretor para outro ou de 80 pontos em cada competência. Caso haja essa divergência, outro professor irá fazer a correção da prova, de maneira independente. O edital ainda afirma que caso não haja discordância entre entre o terceiro corretor e os outros dois ou então entre o terceiro e apenas um dos docentes, a nota final será a média aritmética entre as duas avaliações que mais se aproximarem.

Entretanto, caso haja diferença nas três notas dadas por corretores diferentes, uma banca composta por três outros professores de redação será responsável por avaliar a prova do estudante e dar a nota final, sendo descartada todas as demais anteriores.

Não ‘zere’ sua redação

Zerar a prova da redação ou ter pontuação baixa é um tiro no pé de quem deseja ingressar em uma instituição de ensino superior por meio da nota do Enem. É importante que o estudante tenha ciência de ações que não devem ser feitas na prova e que, diante das regras estabelecidas pelo Inep para o exame, são consideradas infrações.

A banca avaliadora poderá atribuir nota zero à redação que não não atender à proposta estrutural de introdução, argumentação e conclusão solicitadas pelo Enem; fugir do tema, conhecido durante o Exame; ter texto escrito fora da Folha de Redação; apresente até sete linhas; apresente desenhos ou partes do textos desconectadas com o tema proposto. Além disso, redações que realizarem cópia de trechos dos textos de apoio terão as linhas copiadas desconsideradas do total.

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou na manhã desta quinta-feira (20) microdados referentes ao desempenho de cada escola com mais de dez inscritos nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) entre 2005 e 2015.

Os dados detalhados foram divulgados em tabela, que designava a média geral das provas de Ciências Humanas, Linguagens, Ciências da Natureza, Matemática e Redação de acordo com cada ano. No caso da redação, prova aberta com grande peso nas notas de entrada no Sistema de Seleção Unificado (Sisu), os dez primeiros colocados entre as escolas públicas (federais, estaduais e municipais) ficaram divididos em quatro estados: Pernambuco, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

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O primeiro lugar de 2015 ficou com o Colégio de Aplicação do Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco, com média 851 entre os 55 alunos inscritos na prova. Confira lista completa:

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O professor Diogo Didier produziu um modelo de redação sobre “Formas de organização da sociedade para o enfrentamento de problemas econômicos no Brasil”. O tema foi cobrado nas provas de reaplicação do Enem e de Pessoas Privadas de Liberdade (PPL), que foi realizada na terça (11). A segunda etapa do Exame é realizada nesta quarta (12), com provas de ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias. Cerca de 2,7 mil estudantes estão inscritos para a reaplicação da prova do Enem e mais de 40 mil para o PPL.

Para Diogo Didier, o tema foi impactante, mas não difícil. “O Enem está fazendo aquela coisa de criar uma frase de efeito para assustar, mas quando começamos a ler com calma, entendemos qual intensidade do assunto”, pondera o educador. Segundo ele, assim que leu o tema, lembrou de um fato histórico, que o fera poderia citar como fato de ligação. “Quando peguei ele de cara, eu lembrei da crise de 29. Essa crise econômica poderia ser uma ponte de argumentação e até de menção, fazendo paralelo com atualidade”, explica.

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Segundo o docente, o estudante poderia ter citado alternativas que estão em alta na atualidade, como é o caso dos Microempreendedores Individuais (MEI) e o fenômeno das Startups. Para Diogo, as duas maneiras são forma de organização que a sociedade encontra para tentar sair da crise financeira. Além disso, ele afirma que tem outra argumentação que não foi citada em seu modelo, mas também poderia ser abordada pelos feras. “O aluno também poderia ter citado a coisa da geração Z, ela tem esse potencial inovador de ser mais criativa em momentos de crises”, indica.

Ainda no desenvolvimento, o educador diz que ligar a economia com o fator político pode ser bem avaliado pelo corretor das provas – usando a sociedade como reflexo desse fenômeno. “A sociedade quando mexe com bolso, ela acaba criando uma consciência social um pouco maior, ou seja, ela começa a problematizar questões ligadas a corrupção, ao voto, a própria administração pública”, afirma o professor.

Confira na íntegra o modelo de redação produzido por Diogo Didier:

A Grande Depressão, também conhecida como Crise de 1929, é considerada como o pior momento econômico do século XX. Na atualidade, o fantasma da crise econômica volta a dar a sua face agora no Brasil. Em meio a um longo processo de descrédito político, advindo da secular corrupção no País. Então, para enfrentar essa instabilidade financeira, a sociedade tem buscado formas de escapar desse panorama ou criar alternativas para sobreviver à recessão.

Indubitavelmente, é o povo que sente no bolso o enfraquecimento da moeda no País. Logo, para reverter esse panorama, emerge da própria população as ideias para contornar tal crise econômica. Entre essas alternativas está o crescimento dos microempreendedores individuais. Segundo o Sebrae houve um significativo crescimento dessa prática, levando diversas pessoas a abrir o próprio negócio. Outro fenômeno marcante para o enfrentamento dos problemas econômicos no Brasil é o surgimento das Startups cujo o objetivo é desenvolver um modelo de negócio, geralmente de cunho tecnológico, frente à incerteza econômica do mercado; porém um risco feito por poucas pessoas.

Isto porque a grande parcela da sociedade ainda busca meios menos arriscados para se organizar dos problemas econômicos nacionais, um deles é poupar. A atual crise financeira do País tem obrigado a população a economizar sua verba evitando gastos desnecessários ou apostas pouco promissoras. Também é comum nessa fase de turbulência dos cofres públicos surgir uma maior consciência populacional ligada a corrupção, voto e administração de verbas públicas, temas estes que inclusive serviram de mote na última eleição para presidente do Brasil. Aliado a tudo isso, o cidadão brasileiro tornou-se polivalente exercendo diversas funções para assegurar o mínimo de grana até a crise passar.

Assim, para ampliar as rotas de fuga da atual crise, é preciso que o Procon intervenha orientando a sociedade sobre a importância da economia financeira; bem como a impreterível necessidade de acompanhar os gastos públicos por meio de uma consciência política construída por meio das escolas. Para quem deseja abrir o próprio negócio, o Sebrae deve oferecer cursos orientando e preparando mais pessoas para evitar riscos altos de falência. Logo, tal quadro mudará.

“Formas de organização da sociedade para o enfrentamento de problemas econômicos no Brasil”. Esse foi o tema da redação da reaplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que conta com provas de Linguagens, Humanas e o texto dissertativo nesta terça-feira (11), além de questões de Ciências da Natureza e matemática nesta quarta-feira (12).

Para o professor de redação Felipe Rodrigues, o tema pode abrir espaço para o candidato escrever sobre empreendedorismo. Na visão do educador, a temática pode ser trabalhada a partir do incentivo de ideias empreendedoras como fontes de renda diante da crise econômica que afeta o País.

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“O tema é interessante e foi trabalhado em sala de aula frente à temática do chamado empreendedorismo frente ao solo da crise. É importante abordar como sobreviver em momentos de quebra da economia”, comenta Rodrigues.

Segundo o professor, o incentivo ao empreendedorismo ainda na escola e a relação dos negócios com a tecnologia podem ser outros caminhos adotados pelos candidatos. “Para que a sociedade crie novos padrões de sobrevivência. Essa organização social tem que falar de empreendedorismo e suas novas formas: comércio sustentável, tipos de reciclagem, reutilização de materiais que estão em moda. O fera pode, inclusive, citar entusiasmo, novos métodos de mercados, tecnologia, redes sociais”, acrescenta.

O professor Diogo Xavier também comentou a temática cobrada na reaplicação do Enem: “Achei um tema ainda mais complexo que a prova regular, vai exigir do candidato um conhecimento mais aprofundado na situação política e econômica do País. A não ser que algum texto motivador puxe para questões como o cooperativismo e o empreendedor individual, e os problemas econômicos se refiram também à questão de renda do indivíduo, os candidatos terão em geral muita dificuldade para desenvolver uma argumentação sólida”.

De acordo com Xavier, caso o texto de apoio possibilite abordar o empreendedorismo, uma boa saída pode ser discutir o papel dos microempreendedores brasileiros. “Se realmente a prova der a margem do empreendedorismo, a questão do microempreendedorismo individual pode ser uma alternativa diante do desemprego”, finaliza o professor.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, na tarde desta terça-feira (11), o tema da redação da reaplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “Formas de organização da sociedade para o enfrentamento de problemas econômicos no Brasil” foi o assunto escolhido pela organização da prova que também é realizada para Pessoas Privadas da Liberdade (PPL).

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), 2,7 mil pessoas participam da reaplicação do Enem nesta terça e quarta-feira (12) devido a problemas logísticos que aconteceram nos dias 4 e 11 de novembro, dias oficiais da aplicação do Exame. Mais de 41 mil adolescentes que cumprem medidas socioeducativas também se inscreveram para o processo seletivo. Outras informações podem ser vistas na página do Enem.

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Dedicação e força de vontade definem a participação dos estudantes vencedores do I Concurso de Redação “Prêmio Auditor Armando Dias Mendes”, do Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE-PA). A premiação dos três primeiros colocados no concurso ocorreu nesta sexta-feira (7), no auditório ministro Elmiro Nogueira, no edifício-sede do TCE-PA, em Belém.

Com o tema “O Tribunal de Contas e o Controle Social”, o concurso teve um total de 157 estudantes inscritos, oriundos de 67 escolas da rede pública estadual. Idealizado pelo conselheiro Nelson Chaves, o certame homenageia o auditor do TCE-PA Armando Dias Mendes, cuja biografia evidencia o relevante trabalho desempenhado em prol do controle externo paraense. O prêmio teve como objetivo aproximar alunos do ensino médio da missão de controle e de fiscalização da Corte de Contas do Pará quanto à aplicação dos recursos públicos.

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O primeiro colocado foi o aluno Arley de Souza, de 17 anos, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Acácio Felício Sobral, do bairro da Terra Firme, em Belém. A segunda e terceira colocadas, Juliana Ribeiro de Oliveira e Gisela Barbosa dos Santos, ambas também com 17 anos, estudam nas escolas estaduais Cônego Calado e Anísio Teixeira, dos municípios de Igarapé-Açu e Marabá, respectivamente.

Para o conselheiro Nelson Chaves, o primeiro ano do premiação foi muito positivo. “É o primeiro passo. É uma grande estrada, mas permanente e que deseja despertar no coração da juventude, principalmente, os princípios da cidadania. Mostrar pra eles que tudo o que é investido pelo setor público, é produzido pela sociedade. Estamos levantando uma bandeira para fortificar o sentimento de cidadania em todos os brasileiros, e com esse alicerce profundo que é construir isso a partir dos jovens”, disse o conselheiro Nelson Chaves.

A presidente do TCE-PA, conselheira Lourdes Lima, felicitou os premiados e destacou que todos representam um exemplo de superação. “A todos que estão aqui, levem esta mensagem aos colegas de vocês: que a superação depende de cada um de nós”, declarou a conselheira.

Para os estudantes, o concurso representa uma oportunidade de expressar os anseios dos mais jovens em relação às instituições públicas no cumprimento de direitos sociais.

Primeiro lugar no certame, Arley de Souza pesquisou sobre o assunto e fez a melhor redação do concurso. Ele buscou conhecer o papel do TCE-PA como instituição engajada no controle externo dos recursos públicos. Para o estudante, o prêmio é um incentivo a muitos jovens e um estímulo na busca por mais conhecimento e para se exercer a cidadania. "Faço parte de uma categoria de alunos esquecidos, os de escolas públicas. Estou aqui representando a diferença. Esse concurso prova que podemos escolher o melhor caminho", disse, que estava bastante emocionado junto com os familiares pela primeira colocação.

A aluna Gisela dos Santos, segunda colocada, também disse ter sido “uma grande honra participar e espera que seja o primeiro de muitos que virão para que outros jovens possam ter a mesma oportunidade que estão tendo hoje”.

Terceira colocada, Juliana de Oliveira acredita que o concurso vai ajudá-la na concretização de um sonho. “É uma contribuição imensa para o nosso aprendizado, para a nossa vida estudantil, como também para a nossa vida profissional”, comentou.

A secretária estadual de Educação, Ana Cláudia Hage, elogiou a iniciativa do TCE-PA. “O Tribunal traz a temática do protagonismo do jovem no controle social como cidadão. Isso é que é importante. Estamos muito felizes pelo conteúdo, pelo conhecimento e, mais ainda, porque a Seduc teve a felicidade de premiar a educação do Pará inteiro”, confidenciou.

O primeiro colocado do concurso teve como premiação R$ 5 mil; a segunda colocada ganhou R$ 3 mil e a terceira, a quantia de R$ 2 mil. Os vencedores, assim como as escolas e os professores orientadores, receberão placas e certificados. Os demais participantes até a 10ª colocação também ganharam menção honrosa.

Quem foi Armando Mendes?

Armando Dias Mendes nasceu em Belém no dia 03/02/1924. Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade Livre de Direito do Pará, em 1948. Foi nomeado para exercer o cargo efetivo de auditor do TCE-PA, após ter sido aprovado e classificado em 1º lugar em concurso público. Considerado ícone do pensamento crítico sobre o desenvolvimento e planejamento da Amazônia, também exerceu os cargos de professor titular e pró-reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA), sendo o fundador do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA) e cofundador da Associação das Universidades Amazônicas (Unamaz).

Mendes obteve o título de doutor “Honoris Causa” pela Universidade da Amazônia, foi membro emérito do Conselho Regional de Economia do Pará (Corecon/PA) e fundador da Faculdade de Economia do Pará. Armando Dias Mendes também trabalhou como consultor da União das Nações Unidas para a Educação (Unesco) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Por Alcione Nascimento, da assessoria do TCE-PA.

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O Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE-PA) premia nesta sexta-feira (7) os vencedores do I Concurso de Redação “Prêmio Auditor Armando Dias Mendes”. A cerimônia de premiação ocorre às 10 horas, no auditório ministro Elmiro Nogueira, no edifício-sede do TCE-PA.

O primeiro colocado no concurso é o aluno Arley de Souza, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Acácio Felício Sobral, do bairro da Terra Firme, em Belém. A segunda e terceira colocadas, Juliana Ribeiro de Oliveira e Gisela Barbosa dos Santos, estudam nas escolas estaduais Cônego Calado e Anízio Teixeira, dos municípios de Igarapé-Açu e Marabá, respectivamente.

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Para os estudantes, a premiação representa uma oportunidade de expressar os anseios dos mais jovens em relação às instituições públicas no cumprimento de direitos sociais, além de conhecerem as atribuições do TCE-PA como órgão fiscalizador da aplicação dos recursos do estado. Com o tema “O Tribunal de Contas e o Controle Social”, o concurso teve um total de 157 estudantes inscritos, oriundos de 67 escolas da rede pública estadual.

Idealizado pelo conselheiro Nelson Chaves, o certame homenageia o auditor do TCE-PA Armando Dias Mendes, cuja biografia evidencia o relevante trabalho desempenhado em prol do controle externo paraense. O prêmio teve como objetivo aproximar alunos do ensino médio da missão de controle e de fiscalização da Corte de Contas do Pará.

O primeiro colocado do concurso receberá como premiação R$ 5 mil; a segunda colocada ganhará R$ 3 mil e a terceira, a quantia de R$ 2 mil. Os vencedores, assim como as escolas e os professores orientadores, receberão placas e certificados.

Quem foi Armando Mendes?

Armando Dias Mendes nasceu em Belém no dia 03/02/1924. Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade Livre de Direito do Pará, em 1948. Seis anos mais tarde, foi nomeado para exercer o cargo efetivo de auditor do TCE-PA, após ter sido aprovado e classificado em 1º lugar em concurso público.

Considerado ícone do pensamento crítico sobre o desenvolvimento e planejamento da Amazônia, também exerceu os cargos de professor titular e pró-reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA), sendo o fundador do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA) e cofundador da Associação das Universidades Amazônicas (Unamaz).

Mendes obteve ainda o título de doutor “Honoris Causa” pela Universidade da Amazônia, foi membro emérito do Conselho Regional de Economia do Pará (Corecon/PA) e fundador da Faculdade de Economia do Pará. Armando Dias Mendes também trabalhou como consultor da União das Nações Unidas para a Educação (Unesco) e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Serviço

Data: 7 de dezembro de 2018

LOCAL: Auditório Ministro Elmiro Nogueira – Travessa Quintino Bocaiúva, 1585 – TCE-PA

HORA: 10h

Alunos vencedores - Arley de Souza (1º lugar), Juliana Ribeiro de Oliveira (2º Lugar), Gisela Barbosa dos Santos (3º lugar)

Da assessoria do TCE-PA.

 

Nos próximos dias 18 e 19 de novembro, mais de 11 mil candidatos inscritos no Sistema Seriado de Seleção (SSA) da Universidade de Pernambuco (UPE) realizam a terceira e última fase da avaliação que oferece a oportunidades de ingresso na instituição.

Nesta fase, áreas de conhecimento comuns ao ensino médio, como português, matemática, física, química, sociologia, filosofia, geografia, história e redação.

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O SSA 3, como é chamada a última etapa, é realizado por estudantes do terceiro ano do ensino médio. Eles, por sua vez, devem ter passado obrigatoriamente pelas duas fases anteriores da avaliação (SSA1 e SSA2). O sistema contempla anualmente os conteúdos desenvolvidos por cada ano do ensino médio.

“Diferente da primeira e segunda fase, quando são cobradas apenas 90 questões. Nesta última fase, o candidato encara 100 questões mais a redação. Além de escolher qual curso ele deseja ingressar”, explica Ernani Martins, Presidente da Comissão Permanente de Concursos Acadêmicos da UPE.

Para docentes, a prova possui características que obrigam o candidato a prestar atenção. “É uma prova conteudista. O estudante deve ficar atento com o forte lado tradicional no exame. Se ele espera algo contextualizado como o Enem, ele não encontrará”, explica o professor Carlos Japwwa, professor de física do colégio GGE.

Esse ponto é observado também pelo docente Everaldo Chaves que descreve que a prova exige, também, conhecimento específico: “O SSA e Enem são perfis diferentes. No seriado, para alcançar a resposta o inscrito deve ter o conhecimento acerca do conteúdo abordado no comando da questão, em sua forma mais específica”, pontua. Ainda de acordo com o professor, no Enem a resposta está vinculada ao texto, não ao conteúdo específico.

O SSA3 tem peso maior em relação às provas anteriores do sistema seriado. Ernani explica que ele equivale a 40% da nota final do candidato, enquanto o SSA1 e SSA2, correspondem, cada um, a 30%. “Por se tratar de uma prova mais decisiva, com mais questões e redação, há essa modificação”, observa. Mas, o presidente destaca que a correção é uniforme. “Cada questão tem o mesmo peso na somatória final da nota do SSA3. Pode ser uma de física e a outra de sociologia, caso o candidato acerte, terá a mesma pontuação”, acrescenta.

Os feras podem sentir insegurança ao encarar notas anteriores, mas, por enfrentar uma prova com peso diferenciado, um ótimo resultado compensa os deslizes da outra fase. "Não é o momento de desanimar, mas, sim, acreditar no potencial”, finaliza Carlos.

O que revisar antes da prova?

Como dica aos feras que irão encarar a prova, o professor Everaldo Chaves destaca os assuntos importantes de história cobrados: “República Velha, Era Vargas, Ditadura, Primeira Guerra são alguns dos mais importantes”, relata. Já em física, Carlos pontua eletricidade, física moderna, hidrostática, estática ondulatória, eletrodinâmica, eletromagnetismo e eletroestática como assuntos importantes para revisão.

Ele ainda destaca que a característica da prova de física é essencialmente ligada à matemática e semelhante aos conteúdos abordados no ciclo básico de engenharia. Em entrevista ao LeiaJá, o professor Ricardo Rocha resolve questões de matemática comuns, para as quais o fera deve ficar atento na hora de realizar o exame; confira:

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O docente ainda destaca que as questões ligadas à probabilidade, estatística, desvio padrão, geometria analitica, parte aritimetrica, funções e geometria especial. “Neste momento final, é só pensar que o ano todo dedicado aos estudos será recompensado. É ideal o fera ter ciência que conseguirá resolver as questões, mas é importante durante esse tempo ter conferido algumas provas antigas”, aconselha.

Redação

A redação em vestibulares sempre é motivo de preocupação. A prova exige do candidato domínio da língua portuguesa, compreensão de mundo e capacidade argumentativa. No SSA 3, os feras devem ficar atentos às diferenças entre a forma de construir o texto, quando comparada a do Enem. O professor de redação e linguagens, Diogo Didier esclarece que existem poucas diferenças. “Como estrutura redacional, existem poucas diferenças. De fato, é um vestibular tradicional, a banca terá muito mais cuidado, por exemplo, a questão de coesão no texto - por isso, ter cuidado com a gramática é primordial”, frisa.

Na construção do texto, o docente orienta os feras a buscarem elementos argumentativos diversos. “Na argumentação, uma das possibilidades é construir, por exemplo, a causa e consequência - colocando a raiz e depois problematizando. Em textos de colégio, é comum polarizar a argumentação - pontos positivos e negativos. Esse modelo também funciona na UPE”, destaca.  Didier ainda alerta: “lembrando da forma como você vá argumentar, tem que ter total de domínio de leituras extras do tempo. demonstrar conhecimento. A banca é muito exigente”.

Já na conclusão, Didier adverte que esse processo é diferente do Enem. “O texto enquanto estrutura na parte da conclusão é diferente. Enquanto no Enem, propõe intervenções. Na UPE, não é cobrado. Você pode utilizar, mas não é nada obrigado”, diz.

Ainda de acordo com o docente, o ideal é retomar a tese, reconstruir a introdução ou até mesmo resumir o texto todo - para esse ponto, é necessário ter um alto domínio de síntese. Fazer uma reflexão, terminar com uma pergunta retórica também é bem-vindo.

Em relação ao tema da redação, o docente destaca que ele deve ser mais simples que o do Enem, mas exige um conhecimento maior acerca da problemática. A escolha deve observar a realidade do estudante. “Os temas não são só de nível nacional. A UPE também coloca a realidade do nosso o Estado [Pernambuco]. Para isso, o fera deve se atualizar em diferentes contextos, tanto o local quanto nacional”, diz.

Didier comenta que a redação da UPE tem a característica de ser chamada de difícil. Segundo ele, o título é dado, principalmente, pela escassez de textos motivacionais. “Os textos eles estão lá, existem, mas são menores. Não tem uma pegada tão motivacional do que Enem. São poucos textos. A banca entende que o fera deve ter já um repertório”, finaliza.

O SSA

No processo seletivo de 2019, ao todo, são oferecidas 1.740 vagas. Os cursos estão distribuídos nas regiões Metropolitana do Recife, Mata Norte, Mata Sul, Agreste e Sertão. As provas desta terceira fase, realizadas em dois dias consecutivos, abrangem questões distribuídas entre as disciplinas de física, química, biologia, geografia, língua estrangeira (inglês ou espanhol), história, língua portuguesa, matemática, filosofia e sociologia.

No primeiro dia de aplicação, marcado para o domingo (18), prova de redação  será aplicada junto a 42 questões distribuídas entre as disciplinas de língua portuguesa, matemática, língua estrangeira e filosofia. Já no segundo dia, segunda-feira (19), os candidatos farão provas de biologia, química, física, história, geografia e sociologia.

Nos dois dias, os candidatos terão 4h30 para responder a prova. O horário de realização será das 8h15 às 12h45. Provas serão aplicadas nas cidades do Recife, Nazaré da Mata, Palmares, Caruaru, Garanhuns, Arcoverde, Salgueiro, Petrolina e Serra Talhada. O resultado da terceira fase está previsto para ser divulgado até o dia 16 de janeiro de 2019.

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